Nunca tanto se escreveu sobre as diferenças entre homens e mulheres. Nunca tanto se falou das diferenças de género mesmo na aprendizagem. Depois da obcessão marxista da igualdade e da atribuição das desigualdades à cultura, à educação e ao poder. Depois de se verificar que , mesmo numa educação igual, se mantêm diferenças de género foi-se aceitando que tais diferenças podiam residir em algumas diferenças de programação genética.
Contudo, se estivermos atentos, verificaremos que, em idades mais precoces as raparigas parecem ter mais maturidade que os rapazes e manifestam grande racionalidade nos seus juízos analíticos, se tal for solicitado.
Ora, acontece que na idade adulta o que se verifica é que os rapazes passaram para o domínio da racionalidade e as raparigas voltaram a formas de comunicação não racional que incluem a chantagem, a pressão e das quais se destaca a manipulação.
O que levava as mulheres à manipulação, há séculos e décadas atrás, seria o défice de poder em relação aos homens (detentores do poder político, jurídico, económico...etc) e decisores no espaço público. Às mulheres restava o espaço doméstico e alguma manobra dos homens da família para conseguir os seus Objectivos. Caso contrário, restar-lhe-ia a subordinação ou, como único espaço de poder, o Convento.
Acontece que hoje vivemos em democracia e a lei é igual para todos. Porque não comunicam então racionalmente as mulheres? Porque continuam a fazer, beicinho, birra ou a amuar?
domingo, 13 de Maio de 2007
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