Durante anos, a mulher foi idealizada e santificada, criando-se um estereótipo de género que lhe atribui características de doçura, submissão, cooperação e nenhuma competição. Hoje são já comuns os estudos que afirmam que a mulher tem uma natureza muito mais competitiva e até agressiva que o homem. Ao que parece, o pensamento feminino consite na fórmula: "Se eu não sou a melhor, as outras são melhores que eu", o que parece traduzir-se numa luta interminável e na aplicação de severos castigos às concorrentes seja por serem mais belas, inteligentes, magras, aceites, ou amadas.
Tradicionalmente a atitude competitiva das mulheres, na vida pública, era subtil e traduzia-se pelas suas aquisições e ainda é assim. Competir, em padrões masculinos, com regras, é ainda visto como pouco feminino o que faz com que a competição seja ainda subtil e nada centrada nas capacidades das mulheres. Assim se compreende que as mulheres, colectivamente, prefiram apoiar a mais fraca, ou aquela cujas vitórias se devem aos homens (pai ou marido) e não a si próprias.
Ao que parece só poderá lidar-se com a competição dissimulando, como o fazem a maioria das mulheres de forma cínica, enganando, fazendo imensa batota, recorrendo à fórmula: "foi sem querer" e conseguindo alianças estratégicas.
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Domingo, 21 de Junho de 2009
A FALTA GENERALIZADA
Ontem um grupinho de meninas, que haviam convidado alguns adultos para um jantar, tiveram a ingrata surpresa de nem os ver aparecer nem os verem comunicar uma desculpa atempadamente. Desta sorte esperaram, desesperaram, telefonaram e tiveram uma má experiência com os adultos, diria mesmo um mau momento educativo. Curiosamente verifiquei que os adultos em questão não foram só mulheres mas que as mulheres foram mais incumpridoras que os homens e de forma menos ética, pois os primieiros sempre avisaram. Nada que essa mesmas meninas já não tenham feito, logo aprendido algures, no seu processo educativo. Acho incrível que a empatia não funcionou. Nenhum faltoso se conseguiu colocar no lugar das pequenas nem colocar os seus filhos, um dia na mesma situação...
QUANDO A INJUSTIÇA SABE BEM
Uma situação que acontece, com frequência,é o elogio infundado, Se é infundado, é injusto. Mas as mulheres jamais reformulam esses juizos de valor, se formulados sobre si e se são muito positivos. É que a emoção positiva é tão boa, e o que daí podem ganhar, que a justiça pouco importa. É demasiado bom...
Contudo, ocorre-me pensar que talvez o primeiro juízo de valor infundado, o elogio tecido à pessoa errada possa ser já uma manipulação, uma encenação sem nenhum valor efectivo e sem nenhum fundamento, logo uma mentira...E assim e vai neste país da mentira...
Contudo, ocorre-me pensar que talvez o primeiro juízo de valor infundado, o elogio tecido à pessoa errada possa ser já uma manipulação, uma encenação sem nenhum valor efectivo e sem nenhum fundamento, logo uma mentira...E assim e vai neste país da mentira...
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